quinta-feira, 9 de junho de 2011

Tédio a dois

Existem histórias fantásticas, com personagens brilhantes e cenas perfeitas. Essas histórias estão em todos os lugares, desde uma simples história em quadrinhos até um filme holliwdiano.  Mas, como nem tudo é perfeito, e existe um monte de desastres que ainda são chamados de obras, vamos nos focar em seus defeitos. Para ser mais exata, no seu principal defeito, os casais.
Podemos classificar de várias formas os casais, mas existem três principais classificações que usam como base a história e o cotidiano dos pombinhos.
Casal Tédio nº1: Através da base do roteiro, pode-se evoluir uma história maravilhosa, com todas as chances de me conquistar (sou difícil, sabe), MAS o casal principal é uma DROGA! O autor coloca-os em condições estúpidas, e aventura que é bom, nada. Para podermos citar como exemplo do Casal Tédio nº1, os infantis Bianca e Lucas, da série Noite Eterna de Claudia Gray (que por acaso é só um pseudônimo inútil, já que esse “segredinho” é revelado no livro), se encaixam perfeitamente no papel. Lucas é um idiota que se acha muito, que se gaba de ser fortão e saber lutar, mas de artes-marciais não sabe porra nenhuma, já quem em todo livro a ação é mínima. Resumindo, a autora tenta colocar em Lucas um ar de mistério de garoto sofredor, mas acaba colocando o menino como um infantil egocêntrico.  Bianca é uma ingênua garotinha, mimada pelos pais, e que no meu ponto de vista é pior que Lucas, já que ela é otária de mais por ter caído na onda dele. A história ocorre em um ambiente legal, com alguns personagens interessantes, como por exemplo, Balthazar, que é um homem mil vezes mais interessante que Lucas. O que mais me revoltou na história foi Bianca ter fugido com Lucas e abandonado os pais usando a desculpa do que eles fizeram e de amar Lucas. AMAR? Fala sério! Esse casal é tão imaturo que não entenderiam o que é amar, e se Bianca realmente soubesse o que é o AMOR, teria entendido o que os pais dela fizeram, já que a meu ver eles agiram por amor e desejo de ter um bebê e completar a família.
Casal Tédio nº2: Quando o casal tem tudo para ser divertido e simpático, aí vem o autor e defeca no relacionamento deles. Para podermos exemplificar o Casal Tédio nº2 discutiremos a respeito de Abner e Julia, da novela Morde e Assopra da Rede Globo. A novela é legal (adoro o gago Cristiano), e o contraste social e educacional existente entre Abner e Julia forma um relacionamento engraçado, MAS o autor coloca eles em uma situação de “vai-e-vem” chatíssima. É um acaba e volta sem fim. Sei que brigas são comuns em relacionamentos, não sou cega, mas tudo tem seu limite. Quando algo desse tipo vira rotina, tanto os personagens quanto o relacionamento fica desgastado (e isso vale para vida real também!), tornando tudo previsível e tedioso.
Casal tédio nº3: Esse tipo de casal não tem salvação. Nem história e nem os personagens ajudam. Tudo não passa de uma “obra” (não sei se assim pode ser considerado) mal feita, mal planejada e sem nenhum tipo de senso de criatividade. Sem contar que tudo é um tanto brega demais. Quem mais poderia ser usado como exemplo? Sim, Stephanie Meyer, eu pego no seu pé. Não é nada pessoal, já que eu não a conheço, mas vamos ser sinceros, a saga Crepúsculo é uma droga! Até hoje não acredito que você teve essa brilhante idéia de como é a reação dos vampiros ao sol. Caramba, e só não bastava o livro ainda tenho que agüentar retardada da Kristin Stewart e o alérgico Robert Pattinson. Fala sério! Eu sou uma heroína de ter agüentado ler esses livros para lá de tedioso e meloso, pois nem de verdadeira ação Meyer, você entende. E só mais uma pequena observação: Que costeletas são essas Pattinson?




Obs.: Se você, Querido leitor, quiser saber mais sobre minha revolta sobre esse trabalho de Meyer, por favor, leia meu texto “Meyer, criatividade abaixo de zero”
Eu sei que vocês me entendem. Beijinho, Beijinho, Pricila Cristina